- Nós mandamos em nossa vida.
- É?
- Uma palavra é uma chave.
quarta-feira, 11 de junho de 2008
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Nietzsche - comentários
Após alguns meses de hibernação das minhas idéias - pelo menos as aqui expostas, que não são muitas vezes inteligíveis ou explicáveis, como o próprio "título" do blog já diz (e não estou nem um pouco interessado na intelegibilidade e/ou na explicação destas, afinal é tudo fruto de minhas próprias reações químicas intra e intercelulares [dou muito valor, apesar de não parecer, aos meus neurônios]), resolvi publicar alguns comentários sobre um livro que estou lendo.
A Gaia Ciência, de Nietzsche, é um livro deste gande questionador que, quando de minha leitura, acaba por me atentar para alguns questionamentos, como é de se esperar...estes são bem leves e sucintos.
Livro: A Gaia Ciência
Uma passagem do livro: "Nós os filósofos não temos a liberdade de separar o corpo da alma, como faz o povo, e menos liberdade ainda temos de separar a alma do espírito. Não somos rãs pensadoras, não somos aparelhos registradores com entranhas frigorificadas - devemos incessantemente dar à luz nossos pensamentos na dor e, maternalmente, dar-lhes o que temos em nós de sangue, de coração, de ardor, de alegria, de paixão, de tormento, de consciência, de fatalidade."
Hoje eu vi a luz, hoje eu vi a claridade. Devo dar à luz meus pensamentos. Devo ser, maternalmente, a expressão do que tenho em mim de sangue, de coração, de ardor, de alegria, de paixão, de tormento, de consciência, de fatalidade.
Hoje eu pude discordar de Nietzsche: separei o corpo da alma e do espírito. Fui livre. Tive chance de ver a amplitude das minhas idéias!
Não mantive no gesso meus pensamentos. Por isso, devo sim, espalhar todos eles.
E pra começar, eu falo: eu te amo!
A Gaia Ciência, de Nietzsche, é um livro deste gande questionador que, quando de minha leitura, acaba por me atentar para alguns questionamentos, como é de se esperar...estes são bem leves e sucintos.
Livro: A Gaia Ciência
Uma passagem do livro: "Nós os filósofos não temos a liberdade de separar o corpo da alma, como faz o povo, e menos liberdade ainda temos de separar a alma do espírito. Não somos rãs pensadoras, não somos aparelhos registradores com entranhas frigorificadas - devemos incessantemente dar à luz nossos pensamentos na dor e, maternalmente, dar-lhes o que temos em nós de sangue, de coração, de ardor, de alegria, de paixão, de tormento, de consciência, de fatalidade."
Hoje eu vi a luz, hoje eu vi a claridade. Devo dar à luz meus pensamentos. Devo ser, maternalmente, a expressão do que tenho em mim de sangue, de coração, de ardor, de alegria, de paixão, de tormento, de consciência, de fatalidade.
Hoje eu pude discordar de Nietzsche: separei o corpo da alma e do espírito. Fui livre. Tive chance de ver a amplitude das minhas idéias!
Não mantive no gesso meus pensamentos. Por isso, devo sim, espalhar todos eles.
E pra começar, eu falo: eu te amo!
sábado, 29 de dezembro de 2007
Não resisti, tive que colocar essa letra aqui:
(Um passeio no mundo livre - Chico Science)
"Um passo à frente e você não está mais no mesmo lugar".
Eu só quero andar
Nas ruas de Peixinhos
Andar pelo Brasil
Ou em qualquer cidade
Andando pelo mundo
Sem ter sociedade
Andar com meus amigos, e eletricidade
Andar com as meninas
Sem ser incomodado
Ná Ná Ná Ná Ná Ná Ná Ná Ná!
Eu só quero andar nas ruas do Brasil
Andar no mundo livre
Sem ter sociedade
Andando pelo mundo
E todas as cidades
Andar com os meus amigos
Sem ser incomodado
Andar com as meninas
E eletricidade
Ná Ná Ná Ná Ná Ná Ná Ná Ná!
Segura essa levada, segura o maracatu
Segura essa levada, segura o maracatu
Segura essa levada, segura o maracatu
Segura essa levada, segura o maracatu
Mangroove!
Eu só quero andar, nas ruas do Brasil
Eu só quero andar, em todas as cidades
Eu só quero andar, sem ser incomodado
Andar com as meninas, e eletricidade.
*
Como cidadão do mundo, eu só quero andar! Num mundo livre.
(Um passeio no mundo livre - Chico Science)
"Um passo à frente e você não está mais no mesmo lugar".
Eu só quero andar
Nas ruas de Peixinhos
Andar pelo Brasil
Ou em qualquer cidade
Andando pelo mundo
Sem ter sociedade
Andar com meus amigos, e eletricidade
Andar com as meninas
Sem ser incomodado
Ná Ná Ná Ná Ná Ná Ná Ná Ná!
Eu só quero andar nas ruas do Brasil
Andar no mundo livre
Sem ter sociedade
Andando pelo mundo
E todas as cidades
Andar com os meus amigos
Sem ser incomodado
Andar com as meninas
E eletricidade
Ná Ná Ná Ná Ná Ná Ná Ná Ná!
Segura essa levada, segura o maracatu
Segura essa levada, segura o maracatu
Segura essa levada, segura o maracatu
Segura essa levada, segura o maracatu
Mangroove!
Eu só quero andar, nas ruas do Brasil
Eu só quero andar, em todas as cidades
Eu só quero andar, sem ser incomodado
Andar com as meninas, e eletricidade.
*
Como cidadão do mundo, eu só quero andar! Num mundo livre.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Que maravilha! (a Jorge Ben - sem chuva)
Ah, a luz!
Hoje captei uma máquina que faz luz.
Hoje captei o sol como há tempo não o fazia.
Que maravilha a retina, a córnea, a íris.
Hoje captei areia, reflexo, sombra, côco,
abraços e beijos.
Ah, que maravilha é a pele, é a água, é o mar!
Hoje captei uma máquina que faz luz.
Hoje captei o sol como há tempo não o fazia.
Que maravilha a retina, a córnea, a íris.
Hoje captei areia, reflexo, sombra, côco,
abraços e beijos.
Ah, que maravilha é a pele, é a água, é o mar!
O atropelo da desistência
Se tem uma coisa que eu odeio é a desistência, o "jogar a toalha".
Desistir de chegar ao cume, de pular da árvore, de raciocinar num problema de matemática, de ler um livro, do amor.
Tudo o que vem como fruto da desistência, acabo tendo asco.
E não há desculpa. Cansaço, medo, incapacidade, dor de cabeça, "não dá mais, é mehor assim"...desculpas! Não me faça crer que preferiu o mais cômodo a lutar por um resultado antes esperado e tão almejado. E que, por causa de uma desistência asquerosa, não teve a chance de ser atingido ou realizado. Não insulte minha digníssima habilidade de raciocínio, de pensamento.
Com licença.
Desistir de chegar ao cume, de pular da árvore, de raciocinar num problema de matemática, de ler um livro, do amor.
Tudo o que vem como fruto da desistência, acabo tendo asco.
E não há desculpa. Cansaço, medo, incapacidade, dor de cabeça, "não dá mais, é mehor assim"...desculpas! Não me faça crer que preferiu o mais cômodo a lutar por um resultado antes esperado e tão almejado. E que, por causa de uma desistência asquerosa, não teve a chance de ser atingido ou realizado. Não insulte minha digníssima habilidade de raciocínio, de pensamento.
Com licença.
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
De saco cheio!
Hoje eu acordei meio chato. Com a cara fechada, sem saco pra nada.
O dia tá cinza hoje, mas é melhor do que se estivesse fazendo aquele sol desgraçado! Todo mundo na praia, gente sorrindo e feliz... Saco! Nao quero ver ninguém mostrando os dentes pra mim hoje. A não ser por dor.
Não estou de ressaca, não estou doente, só estou de saco cheio. Talvez seja o ano acabando, aquele acúmulo de carga no espírito...sei lá, pô.
Bom, feliz natal e ano novo pra todos, tá?
Por hoje chega.
O dia tá cinza hoje, mas é melhor do que se estivesse fazendo aquele sol desgraçado! Todo mundo na praia, gente sorrindo e feliz... Saco! Nao quero ver ninguém mostrando os dentes pra mim hoje. A não ser por dor.
Não estou de ressaca, não estou doente, só estou de saco cheio. Talvez seja o ano acabando, aquele acúmulo de carga no espírito...sei lá, pô.
Bom, feliz natal e ano novo pra todos, tá?
Por hoje chega.
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