Estagnado, nada a crer
e lá vai você.
E já foi, você.
Sem ter como prever
o que vai acontecer,
foi sem querer, meu bem,
foi sem querer.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Se eu fosse você
Se eu fosse você, meu amor,
ficaria.
Ficaria até o sol nascer, até o tempo passar.
Não adormeceria,
não sairia daqui e nem de lá.
Porque tudo o que acontece
desde antes até aonde a vista alcançar,
tudo o que acontecerá
é muito pra receber em tudo o que eu tenho pra dar.
Isso só se eu fosse você.
sexta-feira, 27 de março de 2009
Hoje o dia foi tomado pelo espírito Maldito, o qual precedeu a sessão do Cineclube Central desta semana, perdurando durante e depois.
Acordei assustado, tive um sonho ruim. Demônios que achei que já tinham descaregado do meu corpo (ou espírito, não sei como é que essa - ou aquela - galera vê isso...) ameaçavam voltar. Amigos meus se perdiam em labirintos sem fim, meninas com sorrisos bonitos me esfaqueavam, e pelas costas...tudo muito perturbador.
Agora, o tom da maldição do dia foi quando eu cheguei em frente a um cartório eleitoral pra resolver meus problemas de cidadão que não cumpre seu dever. Assim que saí do carro e olhei pra frente, flagrei, mas flagrei(!) um motociclista voando por cima da porta de um carro que estava estacionando e abrindo a porta naquele exato momento. Com o impacto da batida, o pobre moço voou uns cinco metros e aterrisou de peito no asfalto. Quando olhei com atenção, após passada a sensação atônita do espetacular acontecimento, vi que o calcanhar do rapaz se encontrava na altura de sua nuca. Na hora fiquei gelado e comecei a tremer. Enquanto uns corriam daqui e outros corriam dali, corri também pra ajudar com o trânsito do local.
Depois disso, sem que passasse muito tempo, olhei pra trás e vi que o coitado sangrava feito porco abatido, e reparei também que ninguém tinha coragem de fazer nada (coragem mesmo, porque a cena era forte). Foi depois que vi que o sangue saía de uma "boceta" (me desculpem as meninas, mas é isso mesmo!) aberta no joelho do cara!
Corri pra cima dele e imediatamente tirei meu cinto, enrolando-o na parte anterior ao ferimento, na tentativa de fazer o sangue parar de jorrar.
O cara olhava pra mim, como se procurasse algo - talvez minha mão para segurar - e começava a ficar azul. Ou roxo. Nessa hora ele pára de respirar. E aquele povo olhando pro cara todo fudido no chão e também pra mim, que não sabia o que fazer. Daí eu começo a fazer a respiração boca a boca e a tal massagem toráxica. O cara volta a si, expelindo exatamente todos os pensamentos que pairavam sobre a minha cabeça naquele dia, palavra por palavra, organizando o nexo como nem eu mesmo estava conseguindo.
Logo em seguida, 'somente' vinte e poucos minutos após o "SAMU 192" chegou e os médicos fizeram o que sabem fazer.
Aí enfiaram o cara desacordado na ambulância, com uma cor meio azul-verde-amarelo, e saíram em desparada. E eu fiquei lá, sentado no meio fio chorando e querendo minha mãe, ou alguém que pudesse me dar um colo, totalmente desamparado, sem saber o paradeiro do rapaz, sem saber como descobrir se ele ficou bem e sem querer saber de mais nada nesse dia.
O resto do dia foi só resto.
Lembrando dos detalhes, penso que sonharei novamente malditamente...
Acordei assustado, tive um sonho ruim. Demônios que achei que já tinham descaregado do meu corpo (ou espírito, não sei como é que essa - ou aquela - galera vê isso...) ameaçavam voltar. Amigos meus se perdiam em labirintos sem fim, meninas com sorrisos bonitos me esfaqueavam, e pelas costas...tudo muito perturbador.
Agora, o tom da maldição do dia foi quando eu cheguei em frente a um cartório eleitoral pra resolver meus problemas de cidadão que não cumpre seu dever. Assim que saí do carro e olhei pra frente, flagrei, mas flagrei(!) um motociclista voando por cima da porta de um carro que estava estacionando e abrindo a porta naquele exato momento. Com o impacto da batida, o pobre moço voou uns cinco metros e aterrisou de peito no asfalto. Quando olhei com atenção, após passada a sensação atônita do espetacular acontecimento, vi que o calcanhar do rapaz se encontrava na altura de sua nuca. Na hora fiquei gelado e comecei a tremer. Enquanto uns corriam daqui e outros corriam dali, corri também pra ajudar com o trânsito do local.
Depois disso, sem que passasse muito tempo, olhei pra trás e vi que o coitado sangrava feito porco abatido, e reparei também que ninguém tinha coragem de fazer nada (coragem mesmo, porque a cena era forte). Foi depois que vi que o sangue saía de uma "boceta" (me desculpem as meninas, mas é isso mesmo!) aberta no joelho do cara!
Corri pra cima dele e imediatamente tirei meu cinto, enrolando-o na parte anterior ao ferimento, na tentativa de fazer o sangue parar de jorrar.
O cara olhava pra mim, como se procurasse algo - talvez minha mão para segurar - e começava a ficar azul. Ou roxo. Nessa hora ele pára de respirar. E aquele povo olhando pro cara todo fudido no chão e também pra mim, que não sabia o que fazer. Daí eu começo a fazer a respiração boca a boca e a tal massagem toráxica. O cara volta a si, expelindo exatamente todos os pensamentos que pairavam sobre a minha cabeça naquele dia, palavra por palavra, organizando o nexo como nem eu mesmo estava conseguindo.
Logo em seguida, 'somente' vinte e poucos minutos após o "SAMU 192" chegou e os médicos fizeram o que sabem fazer.
Aí enfiaram o cara desacordado na ambulância, com uma cor meio azul-verde-amarelo, e saíram em desparada. E eu fiquei lá, sentado no meio fio chorando e querendo minha mãe, ou alguém que pudesse me dar um colo, totalmente desamparado, sem saber o paradeiro do rapaz, sem saber como descobrir se ele ficou bem e sem querer saber de mais nada nesse dia.
O resto do dia foi só resto.
Lembrando dos detalhes, penso que sonharei novamente malditamente...
terça-feira, 24 de março de 2009
tranquilo à tarde
na casa do Ariel
eu olho pro céu
e os carros passseiam
hoje, Vitória
aula lá no telão
sonorização
e depois de lá...
eu vou pro rock´n roll
eu vou pro rock´n roll
depois vou pra Barra
viajar de busão
e fazer um som
com a concha e o mar
chegando em casa
deito bem doidão
amanhã é outro dia
pra abstração
na casa do Ariel
eu olho pro céu
e os carros passseiam
hoje, Vitória
aula lá no telão
sonorização
e depois de lá...
eu vou pro rock´n roll
eu vou pro rock´n roll
depois vou pra Barra
viajar de busão
e fazer um som
com a concha e o mar
chegando em casa
deito bem doidão
amanhã é outro dia
pra abstração
terça-feira, 17 de março de 2009
O dia e sempre
Ah, com é bom andar em paz.
Viver cada dia sem cansar,
[com pesar,
mas apesar...
Ter tempo, saber do tempo,
e deixar a nuvem passar.
Deixar a vida trazer,
e ser ativo, fazer! Conhecer!
E na maluquice,
na paranóia,
a certeza da vida,
Fazer-se ver,
enxergar-se,
se ater.
Como se tudo continuasse,
como se não tivesse a ver
Com você.
E o beijo frio.
Sem saber,
[ou querer saber
das lembranças mais finas
[e findas...
que o mundo - meu mundo - pode trazer.
Viver cada dia sem cansar,
[com pesar,
mas apesar...
Ter tempo, saber do tempo,
e deixar a nuvem passar.
Deixar a vida trazer,
e ser ativo, fazer! Conhecer!
E na maluquice,
na paranóia,
a certeza da vida,
Fazer-se ver,
enxergar-se,
se ater.
Como se tudo continuasse,
como se não tivesse a ver
Com você.
E o beijo frio.
Sem saber,
[ou querer saber
das lembranças mais finas
[e findas...
que o mundo - meu mundo - pode trazer.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
2 frases do dia:
Pensei em começar uma série de "frases do dia". Não minhas, é claro, mas belas frases que ouço ou leio por aí. Bom, de começo vão essas duas aí:
1 - "A Bahia é o Brasil e o mundo."
(Netinho - aquele de "Mila, mil e uma noites de amor com você...")
2 - "Você faz as pessoas infelizes e elas não podem fazer nada? Igual a Deus!"
(Hommer Simpson falando com o cara que guinchava o carro dele)
1 - "A Bahia é o Brasil e o mundo."
(Netinho - aquele de "Mila, mil e uma noites de amor com você...")
2 - "Você faz as pessoas infelizes e elas não podem fazer nada? Igual a Deus!"
(Hommer Simpson falando com o cara que guinchava o carro dele)
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